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Reabilitando e desenvolvendo para o amanhã

Para reabilitar é fundamental estimular as etapas do desenvolvimento cognitivo, sensório-sinestésico, sensório-perceptivo e os resíduos visuais. São sentidos remanescentes que favorecem a independência e auxiliam na melhora da mobilidade, da marcha, da postura e do intelecto.

O programa de acompanhamento ao desenvolvimento infantojuvenil é realizado através das seguintes intervenções: follow-up, estimulação precoce, atendimento integrado, integração sensorial, clínica da aprendizagem, atendimento de vida diária e de vida prática. Elas beneficiam tanto bebês quanto crianças e adolescentes. O trabalho é interdisciplinar e envolve fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, musicoterapeuta, psicólogo, assistente social, oftalmologista, psiquiatra e neurologista.

Trata-se de um processo delicado que requer todos os esforços nesse tempo precioso da constituição, pois envolve o desenvolvimento global do indivíduo. O trabalho é realizado junto às escolas e aos familiares, favorecendo a intervenção clínica, a inclusão na escola e na vida social.

Na reabilitação infantil, o atendimento pode ser interdisciplinar ou multidisciplinar, com procedimentos individuais ou em grupo, por um profissional ou um grupo deles, com ou sem a participação da família. A metodologia norteadora é o Neuroevolutivo Bobath e de Integração Sensorial, mas também há técnicas e métodos específicos de várias especialidades, com programas de atendimento familiar, visitas domiciliares, visando melhoria do meio e acessibilidade.

Com a avaliação inicial, traçamos o projeto terapêutico individual e, com as reavaliações semestrais e relatórios anuais, conduzimos a clínica alterando condutas conforme demandas e evoluções.

A indicação da clientela beneficiada inclui crianças com deficiência visual, intelectual e/ou múltipla, bebês de risco com atraso no DNPM e portadora de patologias genéticas. Ex: encefalopatia crônica da infância, incluindo a paralisia cerebral, Síndrome de Down e outras trissomias.

Ao avançarmos no processo de reabilitação após os seis anos de idade, direcionamos o tratamento das crianças, jovens e idosos com deficiência visual (cegueira ou baixa visão)/intelectual com atraso de linguagem, dislalia, disartria, disfemia, disfonia, dislexia, disfagia, atraso psicomotor, afasia, distúrbio do comportamento, distúrbio de aprendizagem e/ou distúrbio de etiologia emocional ou sociocultural psiquiátricas e neurológicas. Nessa intervenção, oferecemos ações multi e interdisciplinares, com a participação efetiva da família, em que as técnicas utilizadas seguem a especificidades do projeto terapêutico individual, incluindo os programas de AVD/AVP, psicodiagnóstico, além de programas inclusivos.

Seguindo o programa estabelecido, nos deparamos com a fase fundamental da inclusão, que é a garantia da acessibilidade através da orientação e mobilidade. Nesta etapa, são empregadas técnicas específicas para a autonomia e capacitação em que a direção do trabalho é a independência e inclusão em todos os âmbitos sociais: família, trabalho, lazer e escola. Reabilitar para incluir é a meta.

Com atendimento focado no acolhimento e orientações, organiza a intervenção através de triagens, atendimentos individuais ou em grupo, grupo de famílias, grupo de usuários, atuação junto à comunidade e estudos socioeconômicos. Com técnicas especificas de entrevistas e dinâmicas de grupo. A indicação da clientela beneficiada diz respeito a todos os pacientes regulados para AFAC ou que busquem algum esclarecimento para as suas demandas e de todas as faixas etárias.

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