História:

Os primeiros passos e uma concepção inclusiva

Primeira instituição filantrópica de Niterói, a Associação Fluminense de Amparo aos Cegos (AFAC) foi fundada em 1º de maio de 1931 por um grupo de pessoas da sociedade fluminense que já tinha a visão da importância da inclusão. O objetivo inicial era azilar a pessoa com deficiência visual e, ao mesmo tempo, dar a ela uma função social. Não por acaso, a primeira sede da instituição foi num galpão, localizado no bairro da Boa Viagem, que também funcionava como fábrica de vassouras. Ou seja, além de moradia, o espaço oferecia uma atividade laboral para o cego.

Após sete anos de funcionamento, a sede é transferida para uma casa na Rua Santa Rosa, nº 82, no bairro de mesmo nome. Ao longo desses anos, a AFAC, sempre procurando se adaptar aos novos tempos, vivenciou inúmeras políticas de assistência à pessoa com deficiência. Por isto que, em 1994, em conformidade com as regras nacionais e internacionais de atendimento ao deficiente, redireciona suas ações numa perspectiva totalmente inclusiva e transformou-se em Centro de Habilitação e Reabilitação (CHR), deixando, assim, de funcionar como abrigo.

Mudança de perfil e crescimento institucional

Foi uma grande guinada. Como CHR, a AFAC permitiu ao cego acesso aos estudos, à preparação para o trabalho e a vida social, sem que, com isso, fosse necessário separar-se da família. Ou seja, tornava-o capaz de exercer sua cidadania. Mais: era a forma de abandonar a segregação que imperava na concepção de atendimento ao deficiente. Uma vez afinada com as políticas atuais, a AFAC criou, em 1995, o programa de desenvolvimento infantil, cujo convênio com a prefeitura de Niterói tornou possível atender bebês e crianças com deficiência visual.

Com o crescimento institucional, a associação se viu obrigada a procurar um novo espaço para ampliar e melhorar o atendimento oferecido. Em abril de 2005, adquiriu sua atual sede, no Ponto Cem Réis, no Fonseca, sendo inaugurada em 26 de agosto desse mesmo ano. A mudança deu condições a AFAC de se colocar entre as maiores instituições nacionais voltadas para o deficiente. A mudança física e de posicionamento sobre o trato com a pessoa com deficiência marca o contexto histórico e de acúmulo de conhecimento conquistado pela associação desde sua fundação.

História:

Os primeiros passos e uma concepção inclusiva

Primeira instituição filantrópica de Niterói, a Associação Fluminense de Amparo aos Cegos (AFAC) foi fundada em 1º de maio de 1931 por um grupo de pessoas da sociedade fluminense que já tinha a visão da importância da inclusão. O objetivo inicial era azilar a pessoa com deficiência visual e, ao mesmo tempo, dar a ela uma função social. Não por acaso, a primeira sede da instituição foi num galpão, localizado no bairro da Boa Viagem, que também funcionava como fábrica de vassouras. Ou seja, além de moradia, o espaço oferecia uma atividade laboral para o cego.

Após sete anos de funcionamento, a sede é transferida para uma casa na Rua Santa Rosa, nº 82, no bairro de mesmo nome. Ao longo desses anos, a AFAC, sempre procurando se adaptar aos novos tempos, vivenciou inúmeras políticas de assistência à pessoa com deficiência. Por isto que, em 1994, em conformidade com as regras nacionais e internacionais de atendimento ao deficiente, redireciona suas ações numa perspectiva totalmente inclusiva e transformou-se em Centro de Habilitação e Reabilitação (CHR), deixando, assim, de funcionar como abrigo.

Mudança de perfil e crescimento institucional

Foi uma grande guinada. Como CHR, a AFAC permitiu ao cego acesso aos estudos, à preparação para o trabalho e a vida social, sem que, com isso, fosse necessário separar-se da família. Ou seja, tornava-o capaz de exercer sua cidadania. Mais: era a forma de abandonar a segregação que imperava na concepção de atendimento ao deficiente. Uma vez afinada com as políticas atuais, a AFAC criou, em 1995, o programa de desenvolvimento infantil, cujo convênio com a prefeitura de Niterói tornou possível atender bebês e crianças com deficiência visual.

Com o crescimento institucional, a associação se viu obrigada a procurar um novo espaço para ampliar e melhorar o atendimento oferecido. Em abril de 2005, adquiriu sua atual sede, no Ponto Cem Réis, no Fonseca, sendo inaugurada em 26 de agosto desse mesmo ano. A mudança deu condições a AFAC de se colocar entre as maiores instituições nacionais voltadas para o deficiente. A mudança física e de posicionamento sobre o trato com a pessoa com deficiência marca o contexto histórico e de acúmulo de conhecimento conquistado pela associação desde sua fundação.

História:

Os primeiros passos e uma concepção inclusiva

Primeira instituição filantrópica de Niterói, a Associação Fluminense de Amparo aos Cegos (AFAC) foi fundada em 1º de maio de 1931 por um grupo de pessoas da sociedade fluminense que já tinha a visão da importância da inclusão. O objetivo inicial era azilar a pessoa com deficiência visual e, ao mesmo tempo, dar a ela uma função social. Não por acaso, a primeira sede da instituição foi num galpão, localizado no bairro da Boa Viagem, que também funcionava como fábrica de vassouras. Ou seja, além de moradia, o espaço oferecia uma atividade laboral para o cego.

Após sete anos de funcionamento, a sede é transferida para uma casa na Rua Santa Rosa, nº 82, no bairro de mesmo nome. Ao longo desses anos, a AFAC, sempre procurando se adaptar aos novos tempos, vivenciou inúmeras políticas de assistência à pessoa com deficiência. Por isto que, em 1994, em conformidade com as regras nacionais e internacionais de atendimento ao deficiente, redireciona suas ações numa perspectiva totalmente inclusiva e transformou-se em Centro de Habilitação e Reabilitação (CHR), deixando, assim, de funcionar como abrigo.

Mudança de perfil e crescimento institucional

Foi uma grande guinada. Como CHR, a AFAC permitiu ao cego acesso aos estudos, à preparação para o trabalho e a vida social, sem que, com isso, fosse necessário separar-se da família. Ou seja, tornava-o capaz de exercer sua cidadania. Mais: era a forma de abandonar a segregação que imperava na concepção de atendimento ao deficiente. Uma vez afinada com as políticas atuais, a AFAC criou, em 1995, o programa de desenvolvimento infantil, cujo convênio com a prefeitura de Niterói tornou possível atender bebês e crianças com deficiência visual.

Com o crescimento institucional, a associação se viu obrigada a procurar um novo espaço para ampliar e melhorar o atendimento oferecido. Em abril de 2005, adquiriu sua atual sede, no Ponto Cem Réis, no Fonseca, sendo inaugurada em 26 de agosto desse mesmo ano. A mudança deu condições a AFAC de se colocar entre as maiores instituições nacionais voltadas para o deficiente. A mudança física e de posicionamento sobre o trato com a pessoa com deficiência marca o contexto histórico e de acúmulo de conhecimento conquistado pela associação desde sua fundação.

Pioneirismo em ações e reconhecimento nacional

Um ano após a inauguração da nova sede, teve início, em 2006, um projeto pioneiro no Estado do Rio: o treinamento de cão-guia para cegos. A ideia era capacitar adestradores para o treinamento dos animais. A responsável técnica foi a paulista Sandra Buncana de Camis, cuja experiência no treinamento de cães-guias deu ao projeto sinônimo de excelência. Em 2007, a cadela Raissa seria o primeiro cão-guia entregue pela AFAC e, posteriormente, a cadela Zuca. A iniciativa foi um esforço da associação que, sem conseguir um patrocínio, pôs fim ao trabalho em 2008.

Também em 2006, a associação e a Fundação Municipal de Saúde de Niterói iniciaram uma parceria através da formalização do contrato de prestação de serviço para o Sistema Único de Saúde (SUS). Esse trabalho culminaria, quatro anos depois, no credenciamento da AFAC como uma das primeiras instituições brasileiras habilitadas como Unidade de Reabilitação Visual, decretado pela portaria nº 27, de 19 de janeiro de 2010. Com a habilitação, passou a atender a demanda dos deficientes visuais do Estado do Rio com atendimentos e serviços especializados.

Avanços permanentes e novas conquistas

A instituição oferece habilitação e reabilitação, com acompanhamento, assim como a aquisição e adequação de órteses e próteses oftalmológicas pelos pacientes. Todo esse trabalho é realizado por uma equipe multiprofissional que faz parte do corpo técnico da associação. Já em 2012, a AFAC passar a ser incluída na Rede Estadual de Oftalmologia, sendo seu atendimento regulado pelo Sistema Estadual de Regulação (SER), como referência para a Reabilitação Visual e a dispensação de óculos.

Para mostrar que está em constante adequação, em 2014 a AFAC foi habilitada para o Serviço de Reabilitação Intelectual, tornando-se, assim, um Centro Especializado de Reabilitação II, o chamado CER-II, por promover atendimento ao deficiente visual e/ou intelectual com ou sem espectro autista. Esse novo serviço é destinado ao paciente com alterações no processo de desenvolvimento, interação social, comportamento e comunicação que necessitem de adaptações a fim de garantir o aprendizado. Hoje a AFAC atende todo território fluminense, conforme preconizado na legislação estadual de saúde e nos instrutivos de reabilitação do Ministério da Saúde.

Pioneirismo em ações e reconhecimento nacional

Um ano após a inauguração da nova sede, teve início, em 2006, um projeto pioneiro no Estado do Rio: o treinamento de cão-guia para cegos. A ideia era capacitar adestradores para o treinamento dos animais. A responsável técnica foi a paulista Sandra Buncana de Camis, cuja experiência no treinamento de cães-guias deu ao projeto sinônimo de excelência. Em 2007, a cadela Raissa seria o primeiro cão-guia entregue pela AFAC e, posteriormente, a cadela Zuca. A iniciativa foi um esforço da associação que, sem conseguir um patrocínio, pôs fim ao trabalho em 2008.

Também em 2006, a associação e a Fundação Municipal de Saúde de Niterói iniciaram uma parceria através da formalização do contrato de prestação de serviço para o Sistema Único de Saúde (SUS). Esse trabalho culminaria, quatro anos depois, no credenciamento da AFAC como uma das primeiras instituições brasileiras habilitadas como Unidade de Reabilitação Visual, decretado pela portaria nº 27, de 19 de janeiro de 2010. Com a habilitação, passou a atender a demanda dos deficientes visuais do Estado do Rio com atendimentos e serviços especializados.

Avanços permanentes e novas conquistas

A instituição oferece habilitação e reabilitação, com acompanhamento, assim como a aquisição e adequação de órteses e próteses oftalmológicas pelos pacientes. Todo esse trabalho é realizado por uma equipe multiprofissional que faz parte do corpo técnico da associação. Já em 2012, a AFAC passar a ser incluída na Rede Estadual de Oftalmologia, sendo seu atendimento regulado pelo Sistema Estadual de Regulação (SER), como referência para a Reabilitação Visual e a dispensação de óculos.

Para mostrar que está em constante adequação, em 2014 a AFAC foi habilitada para o Serviço de Reabilitação Intelectual, tornando-se, assim, um Centro Especializado de Reabilitação II, o chamado CER-II, por promover atendimento ao deficiente visual e/ou intelectual com ou sem espectro autista. Esse novo serviço é destinado ao paciente com alterações no processo de desenvolvimento, interação social, comportamento e comunicação que necessitem de adaptações a fim de garantir o aprendizado. Hoje a AFAC atende todo território fluminense, conforme preconizado na legislação estadual de saúde e nos instrutivos de reabilitação do Ministério da Saúde.

Pioneirismo em ações e reconhecimento nacional

Um ano após a inauguração da nova sede, teve início, em 2006, um projeto pioneiro no Estado do Rio: o treinamento de cão-guia para cegos. A ideia era capacitar adestradores para o treinamento dos animais. A responsável técnica foi a paulista Sandra Buncana de Camis, cuja experiência no treinamento de cães-guias deu ao projeto sinônimo de excelência. Em 2007, a cadela Raissa seria o primeiro cão-guia entregue pela AFAC e, posteriormente, a cadela Zuca. A iniciativa foi um esforço da associação que, sem conseguir um patrocínio, pôs fim ao trabalho em 2008.

Também em 2006, a associação e a Fundação Municipal de Saúde de Niterói iniciaram uma parceria através da formalização do contrato de prestação de serviço para o Sistema Único de Saúde (SUS). Esse trabalho culminaria, quatro anos depois, no credenciamento da AFAC como uma das primeiras instituições brasileiras habilitadas como Unidade de Reabilitação Visual, decretado pela portaria nº 27, de 19 de janeiro de 2010. Com a habilitação, passou a atender a demanda dos deficientes visuais do Estado do Rio com atendimentos e serviços especializados.

Avanços permanentes e novas conquistas

A instituição oferece habilitação e reabilitação, com acompanhamento, assim como a aquisição e adequação de órteses e próteses oftalmológicas pelos pacientes. Todo esse trabalho é realizado por uma equipe multiprofissional que faz parte do corpo técnico da associação. Já em 2012, a AFAC passar a ser incluída na Rede Estadual de Oftalmologia, sendo seu atendimento regulado pelo Sistema Estadual de Regulação (SER), como referência para a Reabilitação Visual e a dispensação de óculos.

Para mostrar que está em constante adequação, em 2014 a AFAC foi habilitada para o Serviço de Reabilitação Intelectual, tornando-se, assim, um Centro Especializado de Reabilitação II, o chamado CER-II, por promover atendimento ao deficiente visual e/ou intelectual com ou sem espectro autista. Esse novo serviço é destinado ao paciente com alterações no processo de desenvolvimento, interação social, comportamento e comunicação que necessitem de adaptações a fim de garantir o aprendizado. Hoje a AFAC atende todo território fluminense, conforme preconizado na legislação estadual de saúde e nos instrutivos de reabilitação do Ministério da Saúde.

90 ANOS  da AFAC!

Em 2021, a AFAC completou 90 anos e, para celebrar esse momento, criamos um selo especial que será utilizado para fazer memória a toda a nossa história de luta pela inclusão e reabilitação de pessoas com deficiência visual e intelectual. 

Para a criação do selo, utilizamos um óculos que forma o número 90, fazendo a ligação entre o trabalho desenvolvido com os deficientes visuais, que marca o propósito da criação de nossa instituição, assim como a cor vermelha, que representa o dinamismo de todo o trabalho desenvolvido ao longo da nossa trajetória.

O selo é um marco das últimas 9 décadas de existência da AFAC, que tem sido permeada por muita luta, conquista e realizações profissionais, educacionais e sociais.

Viva a AFAC!

90 ANOS  da AFAC!

Em 2021, a AFAC completou 90 anos e, para celebrar esse momento, criamos um selo especial que será utilizado para fazer memória a toda a nossa história de luta pela inclusão e reabilitação de pessoas com deficiência visual e intelectual. 

Para a criação do selo, utilizamos um óculos que forma o número 90, fazendo a ligação entre o trabalho desenvolvido com os deficientes visuais, que marca o propósito da criação de nossa instituição, assim como a cor vermelha, que representa o dinamismo de todo o trabalho desenvolvido ao longo da nossa trajetória.

O selo é um marco das últimas 9 décadas de existência da AFAC, que tem sido permeada por muita luta, conquista e realizações profissionais, educacionais e sociais.

Viva a AFAC!

90 ANOS  da AFAC!

Em 2021, a AFAC completou 90 anos e, para celebrar esse momento, criamos um selo especial que será utilizado para fazer memória a toda a nossa história de luta pela inclusão e reabilitação de pessoas com deficiência visual e intelectual. 

Para a criação do selo, utilizamos um óculos que forma o número 90, fazendo a ligação entre o trabalho desenvolvido com os deficientes visuais, que marca o propósito da criação de nossa instituição, assim como a cor vermelha, que representa o dinamismo de todo o trabalho desenvolvido ao longo da nossa trajetória.

O selo é um marco das últimas 9 décadas de existência da AFAC, que tem sido permeada por muita luta, conquista e realizações profissionais, educacionais e sociais.

Viva a AFAC!

Reabilitar para incluir é a meta!

Missão

Reabilitar para incluir, valorizando e potencializando as capacidades de cada indivíduo para a inclusão social, educacional, laboral e qualificação profissional.

Visão

Ser reconhecido como referência em Habilitação e Reabilitação e Centro de Formação, ofertando atendimento adequado e de primazia que permita o tratamento da deficiência visual e/ou intelectual, a prevenção de agravos, inclusão social e interlocução com a sociedade.

Valores

Ética, Excelência, Humanização, Acolhimento, Respeito, Compromisso Institucional e Educacional.

Reabilitar para incluir é a meta!

Missão

Reabilitar para incluir, valorizando e potencializando as capacidades de cada indivíduo para a inclusão social, educacional, laboral e qualificação profissional.

Visão

Ser reconhecido como referência em Habilitação e Reabilitação e Centro de Formação, ofertando atendimento adequado e de primazia que permita o tratamento da deficiência visual e/ou intelectual, a prevenção de agravos, inclusão social e interlocução com a sociedade.

Valores

Ética, Excelência, Humanização, Acolhimento, Respeito, Compromisso Institucional e Educacional.

Reabilitar para incluir é a meta!

Missão

Reabilitar para incluir, valorizando e potencializando as capacidades de cada indivíduo para a inclusão social, educacional, laboral e qualificação profissional.

Visão

Ser reconhecido como referência em Habilitação e Reabilitação e Centro de Formação, ofertando atendimento adequado e de primazia que permita o tratamento da deficiência visual e/ou intelectual, a prevenção de agravos, inclusão social e interlocução com a sociedade.

Valores

Ética, Excelência, Humanização, Acolhimento, Respeito, Compromisso Institucional e Educacional.

Ampliando os serviços para melhor incluir!

Uma portaria do Ministério da Saúde, publicada em dezembro de 2013 no Diário Oficial da União, transformou a AFAC em Centro Especializado de Reabilitação (CER). Na prática, além de atender aos deficientes visuais, a associação também foi habilitada a oferecer atendimento a deficientes intelectuais com ou sem espectro autista.

Os atendimentos são realizados através do Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente deve comparecer à sua unidade básica de saúde de referência para que seja realizada sua regulação pelo sistema RESNIT aos serviços especializados.

Ampliando os serviços para melhor incluir!

Uma portaria do Ministério da Saúde, publicada em dezembro de 2013 no Diário Oficial da União, transformou a AFAC em Centro Especializado de Reabilitação (CER). Na prática, além de atender aos deficientes visuais, a associação também foi habilitada a oferecer atendimento a deficientes intelectuais com ou sem espectro autista.

Os atendimentos são realizados através do Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente deve comparecer à sua unidade básica de saúde de referência para que seja realizada sua regulação pelo sistema RESNIT aos serviços especializados.

Ampliando os serviços para melhor incluir!

Uma portaria do Ministério da Saúde, publicada em dezembro de 2013 no Diário Oficial da União, transformou a AFAC em Centro Especializado de Reabilitação (CER). Na prática, além de atender aos deficientes visuais, a associação também foi habilitada a oferecer atendimento a deficientes intelectuais com ou sem espectro autista.

Os atendimentos são realizados através do Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente deve comparecer à sua unidade básica de saúde de referência para que seja realizada sua regulação pelo sistema RESNIT aos serviços especializados.

Deficiência Visual

Organização Mundial de Saúde (OMS) considera deficiente visual a pessoa que é privada, em parte (segundo critérios pré-estabelecidos) ou totalmente da capacidade de ver.

Baixa visão (ou visão subnormal) é o comprometimento do funcionamento visual em ambos os olhos, mesmo após correção de erros de refração comuns com o uso de óculos ou lentes de contato mas que utiliza ou é potencialmente capaz de utilizar a visão para planejamento e execução de uma tarefa.

  • Deficiência visual
  • Cegueira – acuidade visual é igual ou menor que 0,05 (20/400) no melhor olho, com a melhor correção óptica.
  • Baixa visão – Acuidade visual entre 0,3 (20/60) e 0,05 (20/400) no melhor olho com a melhor correção óptica.
  • Os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60°.
  • Ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.

Deficiência Intelectual

A deficiência intelectual (DI), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) se caracteriza por uma redução significativa da habilidade em entender informações novas ou complexas e de desenvolver novas habilidades (comprometimento da inteligência). Isso em uma capacidade reduzida de viver de forma independente (funcionamento social comprometido) e inicia-se antes da idade adulta, com efeito prolongado no desenvolvimento.

Segundo os últimos dados do IBGE 2010, cerca de 2,6 milhões de brasileiros apresentam deficiências intelectuais/ mentais.

Afac: Reabilitando e desenvolvendo

para o amanhã!

Deficiência Visual

Organização Mundial de Saúde (OMS) considera deficiente visual a pessoa que é privada, em parte (segundo critérios pré-estabelecidos) ou totalmente da capacidade de ver.

Baixa visão (ou visão subnormal) é o comprometimento do funcionamento visual em ambos os olhos, mesmo após correção de erros de refração comuns com o uso de óculos ou lentes de contato mas que utiliza ou é potencialmente capaz de utilizar a visão para planejamento e execução de uma tarefa.

  • Deficiência visual
  • Cegueira – acuidade visual é igual ou menor que 0,05 (20/400) no melhor olho, com a melhor correção óptica.
  • Baixa visão – Acuidade visual entre 0,3 (20/60) e 0,05 (20/400) no melhor olho com a melhor correção óptica.
  • Os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60°.
  • Ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.

Deficiência Intelectual

A deficiência intelectual (DI), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) se caracteriza por uma redução significativa da habilidade em entender informações novas ou complexas e de desenvolver novas habilidades (comprometimento da inteligência). Isso em uma capacidade reduzida de viver de forma independente (funcionamento social comprometido) e inicia-se antes da idade adulta, com efeito prolongado no desenvolvimento.

Segundo os últimos dados do IBGE 2010, cerca de 2,6 milhões de brasileiros apresentam deficiências intelectuais/ mentais.

Afac: Reabilitando e desenvolvendo

para o amanhã!

Deficiência Visual

Organização Mundial de Saúde (OMS) considera deficiente visual a pessoa que é privada, em parte (segundo critérios pré-estabelecidos) ou totalmente da capacidade de ver.

Baixa visão (ou visão subnormal) é o comprometimento do funcionamento visual em ambos os olhos, mesmo após correção de erros de refração comuns com o uso de óculos ou lentes de contato mas que utiliza ou é potencialmente capaz de utilizar a visão para planejamento e execução de uma tarefa.

  • Deficiência visual
  • Cegueira – acuidade visual é igual ou menor que 0,05 (20/400) no melhor olho, com a melhor correção óptica.
  • Baixa visão – Acuidade visual entre 0,3 (20/60) e 0,05 (20/400) no melhor olho com a melhor correção óptica.
  • Os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60°.
  • Ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.

Deficiência Intelectual

A deficiência intelectual (DI), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) se caracteriza por uma redução significativa da habilidade em entender informações novas ou complexas e de desenvolver novas habilidades (comprometimento da inteligência). Isso em uma capacidade reduzida de viver de forma independente (funcionamento social comprometido) e inicia-se antes da idade adulta, com efeito prolongado no desenvolvimento.

Segundo os últimos dados do IBGE 2010, cerca de 2,6 milhões de brasileiros apresentam deficiências intelectuais/ mentais.

Afac: Reabilitando e desenvolvendo

para o amanhã!

DIFERENCIAIS: OFICINA DE ÓRTESES E PRÓTESES OFTALMOLÓGICAS

Uma oficina a serviço do bem-estar visual!

As modificações dos conceitos de atendimento a pessoa com deficiência – voltados para a inclusão social e a independência – levaram a AFAC a virar um centro de habilitação e reabilitação visual em 1994, deixando, assim, de ser local de moradia para cegos. Como parte desse projeto, em 2009 nasceu o serviço de dispensação de órteses (bengalas articuladas, lente escleral pintada, óculos com lente filtrante para albinos, óculos com lentes corretivas para perto, longe ou multifocal, entre outros) e próteses oculares. A AFAC foi a primeira instituição no Estado do Rio a oferecer esses equipamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O trabalho teve início em dezembro de 2008, quando o Ministério da Saúde editou uma portaria criando as redes estaduais de oftalmologia, que são unidades de atendimento cujos serviços o SUS não dispõe. No caso da Afac, esse serviço é a reabilitação visual.  

A Afac é credenciada no SUS desde 2006. A oficina de órtese e prótese oftalmológica, que também faz a dispensação de óculos e bengalas articuladas, veio completar o trabalho da associação no campo da reabilitação visual. Antes de receber qualquer tratamento, no entanto, o paciente passa pela equipe multidisciplinar (oftalmologia, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, assistente social, psicólogo e ortoptista), que constrói o projeto terapêutico singular a partir das necessidades de cada paciente.

DIFERENCIAIS: OFICINA DE ÓRTESES E PRÓTESES OFTALMOLÓGICAS

Uma oficina a serviço do bem-estar visual!

As modificações dos conceitos de atendimento a pessoa com deficiência – voltados para a inclusão social e a independência – levaram a AFAC a virar um centro de habilitação e reabilitação visual em 1994, deixando, assim, de ser local de moradia para cegos. Como parte desse projeto, em 2009 nasceu o serviço de dispensação de órteses (bengalas articuladas, lente escleral pintada, óculos com lente filtrante para albinos, óculos com lentes corretivas para perto, longe ou multifocal, entre outros) e próteses oculares. A AFAC foi a primeira instituição no Estado do Rio a oferecer esses equipamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O trabalho teve início em dezembro de 2008, quando o Ministério da Saúde editou uma portaria criando as redes estaduais de oftalmologia, que são unidades de atendimento cujos serviços o SUS não dispõe. No caso da Afac, esse serviço é a reabilitação visual.  

A Afac é credenciada no SUS desde 2006. A oficina de órtese e prótese oftalmológica, que também faz a dispensação de óculos e bengalas articuladas, veio completar o trabalho da associação no campo da reabilitação visual. Antes de receber qualquer tratamento, no entanto, o paciente passa pela equipe multidisciplinar (oftalmologia, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, assistente social, psicólogo e ortoptista), que constrói o projeto terapêutico singular a partir das necessidades de cada paciente.

DIFERENCIAIS: OFICINA DE ÓRTESES E PRÓTESES OFTALMOLÓGICAS

Uma oficina a serviço do bem-estar visual!

As modificações dos conceitos de atendimento a pessoa com deficiência – voltados para a inclusão social e a independência – levaram a AFAC a virar um centro de habilitação e reabilitação visual em 1994, deixando, assim, de ser local de moradia para cegos. Como parte desse projeto, em 2009 nasceu o serviço de dispensação de órteses (bengalas articuladas, lente escleral pintada, óculos com lente filtrante para albinos, óculos com lentes corretivas para perto, longe ou multifocal, entre outros) e próteses oculares. A AFAC foi a primeira instituição no Estado do Rio a oferecer esses equipamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O trabalho teve início em dezembro de 2008, quando o Ministério da Saúde editou uma portaria criando as redes estaduais de oftalmologia, que são unidades de atendimento cujos serviços o SUS não dispõe. No caso da Afac, esse serviço é a reabilitação visual.  

A Afac é credenciada no SUS desde 2006. A oficina de órtese e prótese oftalmológica, que também faz a dispensação de óculos e bengalas articuladas, veio completar o trabalho da associação no campo da reabilitação visual. Antes de receber qualquer tratamento, no entanto, o paciente passa pela equipe multidisciplinar (oftalmologia, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, assistente social, psicólogo e ortoptista), que constrói o projeto terapêutico singular a partir das necessidades de cada paciente.

Como ser atendido pela AFAC?

Atendimento SUS

O paciente deve comparecer à sua unidade básica de saúde de referência para que seja realizada sua regulação pelo sistema RESNIT aos serviços especializados.

Atendimento Particular/ Convênio Médico:

Em 2021, atendendo a grande demanda da população fluminense, a AFAC decidiu ampliar os seus atendimentos para o público geral, por meio de consultas particulares a preços populares e, também, por meio do convênio médico.

Como ser atendido pela AFAC?

Atendimento SUS

O paciente deve comparecer à sua unidade básica de saúde de referência para que seja realizada sua regulação pelo sistema RESNIT aos serviços especializados.

Atendimento Particular/ Convênio Médico:

Em 2021, atendendo a grande demanda da população fluminense, a AFAC decidiu ampliar os seus atendimentos para o público geral, por meio de consultas particulares a preços populares e, também, por meio do convênio médico.

Como ser atendido pela AFAC?

Atendimento SUS

O paciente deve comparecer à sua unidade básica de saúde de referência para que seja realizada sua regulação pelo sistema RESNIT aos serviços especializados.

Atendimento Particular/ Convênio Médico:

Em 2021, atendendo a grande demanda da população fluminense, a AFAC decidiu ampliar os seus atendimentos para o público geral, por meio de consultas particulares a preços populares e, também, por meio do convênio médico.

Conheça os nossos serviços!

Estimulação Precoce - Centro Violeta Campofiorito

Terapia Ocupacional (Integração Sensorial, AVD e
Orientação e Mobilidade)

Serviço Social

Fisioterapia

Alfabetização em Braille

Informática Adaptada (DOS VOX)

Terapia Ocupacional

Psicologia Infantil e Adulto

Neuropediatria

Neurologia Adulto

Oftalmologia

Ambulatório de Visão Subnormal

Psiquiatria Infantil e Adulto

Fonoaudiologia Infantil e Adulto

Ortóptica

Ortopedia

Oficina de Órtese e Prótese Oftalmológica

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Rua Padre Leandro, 18 - Fonseca (Ponto Cem Réis) - Niterói

(21) 2717-2822 / (21) 2722-4898 / (21) 3617-2851 / (21) 99821-8622

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